“Se não fizer investimento, o negócio não cresce”

Foi com as vendas no box de temperos que Lenine ajudou os filhos a terminar a faculdade. Foto: Raimundo Valentim

O vendedor de pimenta-do-reino Lenine Paraense de Arruda Filho, 56 anos, é um dos comerciantes mais antigos da Feira do Jorge Teixeira, na zona Leste de Manaus. Natural de Monte Alegre no Pará e filho de pais comerciantes, Lenine, que chegou a concluir somente o Ensino Médio (antigo 2º grau), conseguiu ver os filhos concluindo a faculdade graças ao rendimento do pequeno box onde vende, além dos temperos, polpa de fruta, farinha e goma de tapioca, durante todos os dias da semana.

Na ajuda mais recente que obteve da AccessCrédito por meio de uma linha de crédito, ele ampliou o estoque. “Percebi que com a crise, estava deixando de vender, foi aí que fui buscar ajuda. Se você não investe, o negócio não cresce e você perde a venda”, destacou.

Na Banca de Tempero do Pará, Lenine trabalha com a mulher e o filho mais novo. Ele lembra, com orgulho, do primeiro crédito que obteve na Access e que ajudou bastante a melhorar as vendas. “Foi com o primeiro empréstimo que arrumei o box e aumentei o espaço. Ficou melhor para vender e expor os produtos”, recorda.

Lenine ressalta que o pequeno comerciante não pode se deixar abater pela crise. “Há várias oportunidades de crédito no mercado que ajudam a não deixar o negócio morrer. Não podemos ficar parados”, declarou.